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Coração Cheio do Espírito Santo

“Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo” (Lc 1 ,41). O que Maria tinha em seu coração? O Espírito Santo. Maria conseguia transmitir aquilo que estava em seu coração.

Se eu tenho dentro de mim falsidades, rancores e tristezas, serão esses sentimentos que transmitirei quando saudar uma pessoa. Será isso que transmitirei a quem vier a mim. Se meu coração está cheio do Espírito Santo, será o Espírito Santo que transmitirei. Se você recebeu a Eucaristia verdadeiramente, possui Jesus em seu coração, então será a Paz Dele que você transmitirá. Olhe para si e tente perceber o que você está sendo na vida do outro.

Seja como Maria, transmita o Espírito Santo!

Felipe C.
BP

Jovem de Jesus

Há os que pensam que estar fazendo alarde é estar fazendo a vontade de Deus. Somente as perucas, os óculos coloridos e a música alta não quer dizer compromisso com o Criador. Encontramos muitos grupos de jovens dentro da Igreja em que os membros, em seu íntimo, não são exemplos de cristãos verdadeiros.

Um jovem de Jesus, não é como aquele jovem rico que diz obedecer aos mandamentos, mas não vende o que tem para seguir ao Mestre (cf. Mt 19, 16). Não estou dizendo para vender todos os bens materiais que tiver, pois sei que muitos tem pouco, como eu. Mas o que você tiver no depósito do seu coração que não seja de Deus, renuncie!

Pode usar perucas, óculos coloridos, plumas e antenas, mas seja um jovem verdadeiro. Decida-se por ser de Jesus ou não.

Felipe C.
Banda Profetas

O amor que Deus quer de nós

O amor de Deus por nós e o nosso por Ele, excede o simples sentimento. Quando Deus pergunta a Pedro se Ele o ama (Cf. Jo 21, 15), não quer dizer apenas afeição. É muito mais do que isso. Ao dizer “Simão, filho de João, tu me AMAS?”, Jesus quer dizer se realmente Pedro possui um compromisso com Ele, se o discípulo aceita a missão de servir o Reino de Deus com ardor, segundo a vontade do Pai. Esse AMOR quer dizer a doação de Pedro à Igreja.

É esse o nosso elo. É esse o nosso AMAR, que excede o simples sentimento. E você, ama realmente a Deus? Está verdadeiramente disposto a amá-lo até o último momento?

Felipe C.
Banda Profetas

MÚSICA CATÓLICA OU EVANGÉLICA? VÁ À NASCENTE.

Eu não entendo o por quê das brigas entre os irmãos. Mas eu entendo minhas diferenças com eles. E nunca tive problema com evangélicos e nem eles comigo (eu acho). Desde que estamos no mundo para “anunciar”, “bóra”, vamos em frente (Como diz a menina da Rádio Beatitudes).
A amizade que tenho com alguns “crentes” não me intimida em falar que não toco música evangélica em ambientes católicos. Por quê? Porque contamina? Nada disso. Mas descaracteriza e desorienta os católicos.
A música evangélica tem sua origem. A música espírita também têm. A música do mundo tem “sua progenitora”. A música católica também têm. E esta, nasce do altar do Senhor.
Nossa música origina-se daquilo que Jesus disse a dois mil e poucos anos. Ela têm uma Tradição. Ela não nasce de efeitos de chás ou de mantras. Ela é originalmente de Jesus. Nós damos a Ele todo o crédito.
Nossa música é autenticamente do Senhor na Eucaristia, no Senhor Ressuscitado, no Senhor da semana Santa, no Senhor Filho de Maria, no Senhor da Igreja… Esta é a riqueza da música católica. Nascemos de um Deus Vivo e vivido. De um Deus que se fez Carne e Sangue. De um Deus que foi gerado num Ventre humano. Num Deus que é trino, Santo, Santificador… Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus. Fugir disto é querer enriquecer à custa dos outros.
E não há porque “puxar o saco” (desculpe o termo embaraçoso) dos evangélicos ou dos de outras denominações. Se tivermos que ser algo, devemos ser amigos e irmãos, e não bajuladores. As brigas começam quando o ministro de música católico não descobre seu verdadeiro Tesouro. Fica “buscando” noutros pomares.
Eu não me acho apto a julgar música evangélica. Eu vim de um tempo onde a música católica era bem escassa. Portanto, muito de minha espiritualidade tinha que vir das canções evangélicas de adoração. Conheço alguns bons compositores que não cometem aberrações doutrinais em suas criações.
Mas o fato é que, Deus suscitou na Igreja católica excelentes composições que são verdadeiros manjares para nós. Não há porque buscar fora o que têm dentro. Alias, opinião pessoal: nem gravar música evangélica eu deveria. Por quê gravá-las? Qual a intenção? Adular? Bajular? Querer que os evangélicos fiquem tão felizes que se tornam católicos?
Eu seleciono canções evangélicas. Confesso que quase nem toco essas músicas. Escuto uma ou outra. E não por desprezo mas, por discordâncias teológicas e doutrinais. Só isso. Quer dizer que odeio “crente”? Não. Quer dizer que eu discordo dele. E vivo muito bem com ele. Mas sem cortejar servilmente, sem gabar por interesses, sem “louvaminhassão”.
Silvinho Zabiski
Dedilhando Formação

Mídia apóia posturas pró-abortistas do governo Lula, denuncia Dom Aloísio Roque Oppermann

BRASILIA, 01 Jul. 10 / 03:12 pm (ACI).- Em um recente artigo publicado na página da CNBB, intitulado “Uma questão de saúde pública?”, Dom Aloísio Roque Oppermann, Arcebispo de Uberaba(MG), realizou uma crítica às posturas anti-vida do governo do presidente Lula e ao apoio a estas que é oferecido na mídia brasileira, em concreto, na atualidade por parte da Rede Globo através de uma das suas novelas, “que procura fazer a cabeça do povo, a mando do governo”. Dom Aloísio denuncia também as falsas estatísticas relacionadas à mortalidade materna no ato do aborto, para que se possa afirmar falsamente que a legalização, “evitaria milhões de mortes maternas”.

“Joga-se muito com a desatenção do povo, ou até com sua suposta ignorância. O presidente Lula, em que pese sua promessa nebulosa aos Bispos em 2005, é decididamente a favor do aborto. Acompanham-no nesta sua postura, o  ministro da saúde, e é claro, sua presumida sucessora Dilma. Esta, para encantar o eleitorado católico, chegou a visitar oficialmente o Papa (sem ter convicção pessoal). O efeito foi conquistar os votos de clérigos, invadindo até seu  primeiro escalão. A vitória se delineia fácil, e por isso não se vê necessidade de ocultar coisa nenhuma. Tudo é dito às claras. A resistência ao secularismo governamental é nula. É uma submissão geral”, declara o arcebispo de Uberaba.

“Na frente de ouvintes qualificados Lula afirmou que a introdução da lei do aborto, “é uma questão de saúde pública em nosso país”. Lembramos o salmo: “Lembra-te do povo que redimiste como tua herança” (Sl 74,2)”, asseverou Dom Oppermann.

“É bom saber que existe muita manipulação de estatísticas, ao se falar sobre a taxa anual de abortos. Sobretudo são falsas as notícias sobre o número de mulheres mortas em decorrência de “abortos inseguros”. Segundo informações do DATASUS (2006), o número de mortes maternas  em decorrência dessa prática, nunca passou de 163 por ano.(Ver “Faça alguma coisa pela vida” N. 96) Por isso diz-se falsamente que a legalização, “evitaria milhões de mortes maternas””, denunciou também o prelado brasileiro.

Acrescentando a sua crítica Dom Aloísio Roque também ressaltou que “uma vez que o governo faz apologia da interrupção da gravidez, por qualquer motivo, as grandes redes de TV precisam entrar nessa linha. Caso contrário perdem as ricas inserções de propaganda do poder público. Sem as benesses do governo até a Globo fecha. Por isso, mais do que rapidamente, foi introduzida a  novela “Passione”, que procura fazer a cabeça do povo, a mando do governo. Vamos supor, por um exagero de fantasia, que o governo declarasse que o assalto às residências deve ser assunto de “saúde  pública”.  Para tal efeito se publicariam estatísticas incrementadas de mortes de assaltantes, cujas investidas estariam sendo  feitas em condições inseguras”.

“Para completar a hílare situação, o governo proporia legalizar o assalto, para que todo cidadão, rico ou pobre, pudesse realizar  um assalto seguro. Essa é a conversa que os líderes da nação fazem ao falar de aborto”, declarou o bispo na conclusão do seu artigo.

Para entender mais sobre o apoio da Rede Globo à postura anti-vida do governo em sua telenovela ‘Passione’ veja também:  http://www.acidigital.com/noticia.php?id=19328

Papa: Futebol é mais que mero entretenimento

“Com sua periodicidade de quatro anos, a Copa do Mundo de Futebol mobiliza milhões de pessoas. O que demonstra que, com ela, se toca algo radicalmente humano e é preciso perguntar-se onde se encontra a base deste poder.” Este é um trecho do artigo escrito, em 1985, pelo então Cardeal Joseph Ratzinger, Arcebispo de Munique, intitulado “O Jogo e a vida: sobre a Copa do Mundo”.

No texto, Joseph Ratzinger faz uma análise do futebol a partir da expressão romana “panem et circenses”, pão e circo, afirmando que o fascínio do futebol está essencialmente em reunir esses dois aspectos de forma muito convincente.

O então Arcebispo de Munique fala da identificação que se cria entre os espectadores e os jogadores: o êxito e o fracasso de cada um estão cifrados no êxito e no fracasso do conjunto, e os jogadores passam a ser símbolos da própria vida.

Todavia, tudo isso pode ser pervertido por um espírito comercial, que submete tudo à sombria seriedade do dinheiro – adverte Joseph Ratzinger. E o jogo deixa de ser tal para se transformar em uma indústria que suscita um mundo de aparências de terríveis dimensões.

“O jogo, uma vida: se aprofundarmos, o fenômeno de um mundo entusiasmado pelo futebol poderá nos oferecer mais do que um mero entretenimento” – analisa.

Este artigo é parte do livro “Buscar o que está no alto”, que pode ser consultado no portal www.humanitas.cl, da Pontifícia Universidade Católica do Chile. (BF)

Cristão e Humano

Eu quero ser um cristão e não deixar de ser jovem.
Eu quero que as pessoas conversem comigo e através de minhas palavras, percebam que tenho Cristo em meu coração.
Eu quero que as pessoas me vejam como um jovem despojado, feliz, aberto a qualquer conversa e acabem percebendo o Cristo comigo.
Eu quero sair, divertir, descansar, comer, gritar e dançar.
Eu quero fazer muito, mas conhecendo meus limites e não fazendo nada em excesso.
Eu quero viajar, conhecer o que me convém e todas as pessoas quanto puder.
Eu quero que meus amigos tenham confiança em minhas palavras e vejam em meu sorriso, o sorriso de Cristo.
Eu quero olhar para uma pessoa pobre e estender a mão sem receio.
Eu quero ser pobre, e com o coração mergulhado de humildade, ser visto como uma pessoa despojada de toda riqueza.
Eu quero andar em ruas sem asfalto, sobre as pedras, e assim, no campo ou na cidade, ser próximo de todos os irmãos.
Eu quero ter o coração sempre redimido, simples, ser exemplo a outros corações e livre de todos os sentimentos ruins que o confundem.
Eu quero ser exemplo sem precisar dizer isso. Quero que na minha vivência, as pessoas percebam a conveniência de dizer sim a Cristo, como eu disse.
Eu quero ter muito conhecimento para ser um ponto de refúgio às pessoas que encontrarem dúvidas em relação à fé.
Eu quero ser tudo que Deus gostaria que um filho fosse.
Eu quero que em meu trabalho, em minha faculdade, em minha casa, com minha namorada, com meus amigos, nos lugares que freqüentar, eu seja exemplo de empregado, estudante, irmão, filho, namorado, amigo e cidadão.
Que em todos os lugares eu seja também um sacramento, um sinal de Deus na Terra.
Quero ser cristão, mas sem deixar de ser humano, como Deus quer.

Felipe Coura

O Silêncio da Comunicação Divina

Maria torna-nos rico de graças. Sabemos que com a Senhora dos Céus, podemos encontrar uma fé fortalecida, uma esperança encorajada devido a tanta honra concedida por Deus a esta Virgem. A nós, resta-nos agradecer ao Criador por permitir que Maria interceda e caminhe conosco. Forte, santa, silenciosa, mas simples; é esta a Advogada Nossa. São para ela as palavras do anjo: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra.” (Lc 1, 35)

São tantos hinos, livros, congregações, escolas, cidades, filmes e igrejas dedicadas à Nossa Senhora, que me impressiono que de tão singela e discreta mulher, possa haver tanta comunicação e divulgação! Foi o poder do Altíssimo que permitiu que a Mãe de Deus fosse também nossa Mãe: Virgem, Imaculada e Assunta aos céus.

Felipe Coura

A riqueza do testemunho

“Ressuscitei, aleluia! E ainda estou convosco, aleluia!”.
Todo o povo canta “ALELUIA”, pois só Aquele que venceu a morte é digno de todo nosso louvor e adoração. É só através Dele que conseguiremos ser realmente felizes, mas para isso, é preciso do nosso empenho no trabalho e na oração, ou seja, é preciso de um testemunho verdadeiramente cristão.
O Bom Pastor cuida de suas ovelhas e as conhece, assim como elas conhecem a Ele. A nossa vocação não fica oculta aos olhos do Pai, Ele nos chama pelo nome. Como os rebanhos são muitos, Deus prepara aqueles para serem líderes, para serem também pastores de um rebanho que também é chamado de povo de Deus. Esses líderes, referindo-me aos sacerdotes, são testemunhas e sinais da presença de Deus para todo o rebanho, ou melhor, para todo o povo. Não devem ficar ocultas as vocações daqueles que querem ser líderes, mas para serem reveladas, precisam também da vivência fervorosa dos que já estão a caminho.
O testemunho diário do sacerdote, como pastor, amigo e como sinal de Deus, faz com que jovens se sintam encorajados a seguirem os mesmos passos. O sacerdote é a principal referência para mais vocações sacerdotais. “O testemunho suscita vocações”, assim como André testemunhou o Cristo a Pedro, assim como Filipe revelou o Salvador a Natanael: “Acabamos de encontrar Aquele de quem escreveu Moisés na Lei e que os Profetas anunciaram: é Jesus, o filho de José, de Nazaré” (Jo 1, 45). Se um sacerdote se mostra triste e confuso, o jovem que tenta reanimar sua chama para ser também um pastor, decide apagá-la por completo. É o que ele vê e acredita que pode também acontecer com ele. Eis aí a importância do testemunho.
Neste 4º Domingo da Ressurreição de Nosso Senhor, dia do Bom Pastor e Dia Mundial de Oração pelas Vocações Sacerdotais e Religiosas, oremos pelos padres de nossas paróquias, pelo clero do Brasil e do mundo inteiro. Assim como Cristo se doou à humanidade, que eles se doem totalmente, como Maria aos pés da cruz, sendo servos por amor e testemunhas do Cristo Vivo, que está no meio de nós.

Felipe Coura
Banda Profetas

"Somos chamados à eternidade", recorda Papa aos jovens

Bento XVI lembrou aos jovens um elemento essencial para a elaboração do projeto de vida.

“Somos chamados à eternidade. Deus nos criou para estar com Ele, para sempre. Isso vos ajudará a dar sentido pleno às vossas escolhas e a agregar qualidade à vossa existência”.

O direcionamento faz parte da mensagem que o Pontífice escreveu por ocasião da Jornada Mundial da Juventude deste ano, que será celebrada nas dioceses de todo o mundo no Domingo de Ramos, 28 de março.

O Papa retomou o tema proposto por João Paulo II na primeira edição do evento (1985) – “Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?” (Mc 10, 17).

A partir desse relato evangélico – conhecido como a parábola do jovem rico -, Bento XVI destacou a grande atenção de Jesus pelos jovens e suas expetativas e esperanças, bem como o “grande desejo” do Senhor em dialogar pessoalmente com cada um.

“De fato, o cristianismo não é primariamente uma moral, mas experiência de Jesus Cristo [...]. Neste amor se encontra a fonte de toda a vida cristã e a razão fundamental da evangelização: se temos verdadeiramente encontrado Jesus, não podemos deixar de testemunhá-lo àqueles que ainda não encontraram o seu olhar!”

O Santo Padre incentivou os jovens a não perder a coragem e não renunciar a seus sonhos. “Ao contrário, cultiveis no coração o grande desejo de fraternidade, justiça e paz. O futuro está nas mãos de quem sabe procurar e encontrar razões fortes de vida e de esperança”.

Projeto de vida

O Papa defendeu que os jovens de hoje também se colocam frente à pergunta “O que devo fazer?”, diante de escolhas fundamentais que interrogam o sentido da existência. Tais questionamentos não merecem respostas superficiais, pois ajudarão a atender as expectativas de vida e felicidade, garante o Papa.

“Não tenhais medo de afrontar essas questões! [...] Para descobrir o projeto de vida que pode fazer-vos plenamente feliz, colocai-vos em escuta a Deus, que tem o seu plano de amor por cada um de vós. Tenhais certeza de que Ele vos responderá. Não tenhais medo de sua resposta!”, exclamou.

Vocação e vida eterna

Vem e segue-me é o convite de Jesus ao jovem rico. A esse respeito, o Santo Padre ressaltou que a vocação cristã é proposta de amor que somente pode se realizar através de uma resposta de amor. “A tristeza do jovem rico do Evangelho é aquela que nasce no coração de cada um quando não se tem a coragem de seguir a Cristo, de fazer a escolha certa. Mas nunca é tarde demais para responder-Lhe!”

O Pontífice pediu que os jovens permaneceçam atentos para perceber se o Senhor lhes convida a uma entrega radical da vida, seja como padres ou na vida religiosa e consagrada. “Ele [Jesus] sabe doar profunda alegria àqueles que respondem com coragem!”, disse Bento XVI.

Aos que sentem a vocação para o matrimônio, o Papa instou “a acolhê-la com fé, empenhando-se em colocar uma base sólida para viver um amor grande, fiel e aberto ao dom da vida, que é riqueza e graça para a sociedade e para a Igreja”.

Sobre o significado da vida eterna, o Santo Padre explicou que as palavras de Jesus “indicam uma proposta exaltante de felicidade sem fim, da alegria de ser preenchido pelo amor divino para sempre”.

O Papa defendeu que a ação de se interrogar sobre o futuro definitivo da vida ajuda a dar sentido pleno à existência, com base em horizontes mais amplos, “que ajudam a não absolutizar a realidade terrena, sentindo que Deus nos prepara um perspectiva mais ampla”.

Mandamentos

De acordo com Bento XVI, Jesus recorda ao jovem rico que os dez mandamentos são condições necessárias para alcançar a vida eterna porque educam o homem para a verdadeira liberdade. “Escutá-los e colocá-los em prática não significa se alienar, mas encontrar o caminho da liberdade e do amor autêntico, porque os mandamentos não limitam a felicidade, mas indicam como encontrá-la”.

Por fim, o Santo Padre convidou os jovens a conhecer a vida dos santos e a se empenharem na construção da civilização do amor. “Se seguirdes a sua palavra, também a vossa estrada se iluminará e vos conduzirá a metas elevadas, que dão alegria e sentido pleno à vida”, concluiu.

Jornada Mundial da Juventude

2010 marca os 25 anos da primeira Jornada Mundial da Juventude, instituída pelo Papa João Paulo II para que as novas gerações cristãs entrassem em atitude de escuta da Palavra de Deus, descobrissem a beleza da Igreja e vivessem uma experiência forte de fé.

Fonte: CN Notícias