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Participe conosco do I Festival de Sorvete da Banda Profetas. Será na barraquinha ao lado da Paróquia Imaculada Conceição, no bairro Tibira. Pelo preço de R$ 4,00, você pode comer quanto sorvete quiser. Aproveite esse fim de verão e venha festejar com a gente!
Dia: 14/03/2010
Hora: de 14h às 17h
Local: Paróquia Imc. Conceição – Tibira – Curvelo/MG
Preço: R$ 4,00
Amar um amigo é amá-lo como a si mesmo
Quem entendeu que para se estabelecer uma verdadeira amizade é preciso amar a Deus em primeiro lugar, logo se vê impelido a buscar estabelecer relacionamentos, mas aprendendo com o Senhor como amar os seus amigos. O próprio Jesus nos deixou claro, com atos e palavras, que para amar de verdade é necessário amar ao próximo como a nós mesmos (cf. Mt 22,39). Sendo assim mais uma vez a prefiguração de uma amizade verdadeira, da amizade em Cristo, é demonstrada no relacionamento entre Davi e Jônatas.

“Aconteceu que, terminando ele [Davi] de falar com Saul, Jônatas apegou-se a Davi. E Jônatas passou amá-lo como a si mesmo” (I Sm 18,1).
Essa é a primeira descrição bíblica da amizade entre os dois, que começa justamente na plenitude cristã da forma de amar. Quando eu amo alguém como a mim mesmo, entendo que ele é outra pessoa e não fico tentando modelá-lo conforme a minha vontade. Percebo que ele soma na minha vida justamente porque é diferente, sendo assim, fazê-lo parecido comigo é perder tudo o que as diferenças acrescentariam na vida um do outro.
Outra característica dessa forma de amar é a tolerância, o acolhimento e a misericórdia. Se eu amo a um amigo como me amo, entendo que ele é uma pessoa e não um super-herói. Não exijo perfeição porque ele é tão humano quanto eu, acolhendo assim suas limitações e fraquezas da mesma forma que acolho seus dons e qualidades. Aprendo com seus erros e posso contar com ele para me levantar quando os meus erros também me fizerem cair. Por conhecer minhas misérias e do que elas são capazes de fazer na minha vida, não espero dele perfeição, por isso não deixo a decepção habitar em meu coração.
Se eu estabeleço uma amizade desta forma, entendo que meu amigo é uma pessoa e não uma propriedade particular, um território reservado unicamente para ocultar minhas inseguranças e saciar minhas carências. A felicidade dele é a minha felicidade, por essa razão eu o deixo livre para ser amado por outros. Por amá-lo e reconhecê-lo como alguém muito especial, quero que também os outros conheçam os tesouros do seu coração. Isso não me leva ao sentimento de ter sido colocado de lado ou ameaçado, pois já experimentei o quanto aquele amigo me ama. Sei que sou único em sua vida e por isso não preciso de exclusividade, pelo contrário, permito que o amor cresça, transborde e atinja a muitos outros.
Jônatas, quando viu a necessidade de Davi partir, não o impediu; pelo contrário, foi o primeiro a incentivá-lo a ir. Ele sabia que, em uma amizade verdadeira, a liberdade do outro é peça fundamental e que, muitas vezes, forçá-lo a estar perto é uma maneira mais rápida de perdê-lo. Não havia entre eles apego desequilibrado, mas amor verdadeiro, que liberta e não aprisiona. E mesmo sendo esta a última vez que o viu antes de morrer, Jônatas viveu com a certeza de que havia um pedaço seu no coração de Davi, onde quer que ele estivesse.
Amar o próximo como a si mesmo é experimentar o amor de Deus em sua vida e permitir que ele transborde na vida dos outros. É a vocação própria do homem: amar. Porque sou profundamente amado, também quero amar profundamente. Justamente por isso não há como amar um amigo de verdade antes de fazer uma experiência profunda de amar e ser amado pelo Senhor. O amor aos irmãos é reflexo limitado do Amor ilimitado de Deus por nós. Só podemos dar o que temos. Se não nos sentimos amados, não nos amamos e não temos condições alguma de amar o outro.
A experiência do amor cristão é a da renúncia, do desapego, da oblação, do sacrifício. É amar para dar a vida a todo instante e não somente em momentos extremos. É dar a vida no silêncio, na oração e nas ações que não esperam nada em troca. Somente quem ama nas pequenas renúncias de uma amizade é capaz de amar com entrega total de vida. Jesus amou assim: amou na simplicidade do dia a dia, sendo capaz de dar toda a vida no momento decisivo. Ele deu o exemplo e nos deixou o ensinamento: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo 15,13).
Amar um amigo como a si mesmo é amar da forma como Jesus amava: se doar em amor buscando não a realização pessoal, mas a felicidade do outro. Não é fácil, mas é possível! Abrace a oportunidade de ser expressão concreta do Amor de Deus na vida daqueles que ama e derrame a sua vida em amor.
Seu irmão,
Renan Félix
renan@geracaophn.com
Satisfações sobre as desatualizações do nosso site e blog
Olá pessoal! Esse fim de ano, para mim, responsável pelo site, blog e redes sociais da Banda Profetas (orkut, Twitter, Facebook, Flickr…) está um pouco atribulado, por vários compromissos no trabalho, na faculdade, enfim, é fim de ano. Desde a metade de outubro não faço alguma atualização no site, desculpe-me. Para esse fim de dezembro e início de janeiro, vamos reformular tudo isso, mas agora com ajuda de outras mãos, não só as minhas. Queremos manter a Banda Profetas em real sintonia com todos aqueles que acessam nosso site e outros recursos da internet. Vamos dar um “upgrade” em nosso site, não só isso, mas mudar todo layout, cores, assim como o MySpace, YouTube e é claro, o blog.
Contamos com suas orações!!!
Abraço fraterno!
Felip3
 Hoje celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou a Jesus. Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto assim que no século V uma Basílica foi construída em seu nome.
Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda.
A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastévere; o terreno tornou-se cemitério de São Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos Papas. No século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia, para satisfazer a curiosidade deles, foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres.
Segundo o relato da sua Paixão Cecília tinha sido uma bela cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que, no dia das núpcias, a jovem noiva, em meio aos hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com o marido, com transparência, o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um Anjo guardava sua decisão.
Valeriano, que até então era pagão, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o Anjo. Desse desafio Cecília conseguiu a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo então preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue de nome Tibúrcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristão, contemplou o Anjo, que possuía duas coroas (símbolo do martírio) nas mãos.
O Anjo colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecília sofreu o martírio, após ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibúrcio na sua vila da Via Ápia. Colocada perante a alternativa de sacrificar aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que lembrava Cecília que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, respondeu: “É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida”. Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou cortar-lhe a cabeça.
Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: “Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro esposo”. Estas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos.
Hoje essa grande mártir e padroeira dos músicos canta louvores ao Senhor no céu.
Santa Cecília, rogai por nós!
Fonte: cancaonova.com
A Banda Profetas participou no dia 25 de outubro do Festival de Música Católica Anuncia Cristo, promovido pela Banda Sagrada Face, em Barbacena (MG). Bandas e Ministérios renomados com grande qualidade técnica e espiritual, participaram do evento. Houve prêmios de primeiro e segundo lugar para as melhores canções, um prêmio para melhor intérprete, outro para revelação do Festival e por fim, o prêmio de melhor torcida organizada que foi dado à Banda Profetas.
Para os integrantes da BP, participar do Festival Anuncia Cristo foi uma grande experiência, que contribuiu para o crescimento da Banda e trouxe a todos muita alegria. Oportunidades como essas, é a certeza da infinita bondade e misericórdia de Deus.
 Durante a apresentação da música Louva, ó minh'alma
 Acima, momentos após a apresentação.
 Acima, recebendo o troféu e o prêmio de melhor torcida.
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19.10.2009
Festival de Música Anuncia Cristo
A Banda Profetas participará no dia 25 de outubro, do Festival de Música Católica Anuncia Cristo, promovido pela Banda Sagrada Face, de Barbacena/MG. Inscrevemos a música “Louva, ó minh’alma ao Senhor”, que ficou entre as doze selecionadas. Dentre essas, serão escolhidas duas. O site do Festival é: http://www.bandasagradaface.com/FestivalMusicaCatolica
Bom, estamos indo, contando com a Providência e Vontade de Deus. Ficamos muito felizes e estamos dando os últimos retoques nas vozes e instrumentos para fazermos bem feito. E é claro, pedindo ao Espírito Santo muita unção. Orem por nós.

“Salmodiarei ao meu Deus, enquanto existir…”
Isaías 61, 1-6
“O espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor consagrou-me pela unção; enviou-me a levar a boa nova aos humildes, curar os corações doloridos, anunciar aos cativos a redenção, e aos prisioneiros a liberdade; proclamar um ano de graças da parte do Senhor, e um dia de vingança de nosso Deus; consolar todos os aflitos, dar-lhes um diadema em vez de cinzas, o óleo da alegria em vez de vestidos de luto, cânticos de glória em lugar de desespero. Então os chamarão as azinheiras da justiça, plantadas pelo Senhor para sua glória. Reconstruirão as ruínas antigas, reerguerão as relíquias do passado, restaurarão as cidades destruídas, repararão as devastações seculares; virão estrangeiros apascentar vosso gado miúdo, gente de fora vos servirá de lavradores e vinhateiros; a vós chamar-vos-ão sacerdotes do Senhor, de ministros de nosso Deus sereis qualificados. Vós vos alimentareis com as riquezas das nações, e brilhareis com sua opulência. ”

Deus confia a seus filhos a missão de reconstruir as cidades destruídas, de reerguer o templo, de estarmos com os corações preparados para a missão que Ele desejou para nós.
Em meio a tantas adversidades do mundo, surgem situações que nos chateam e tentam prejudicar nossa fé, mas o amor que assumimos a missão, desde o nosso batismo, nos faz perceber que Deus é maior do que qualquer momento de tristeza, pois queremos ser vencedores do mundo, como Cristo foi. O momento de amar é agora, de ousar no amor, de confiar nos planos de Deus, de sermos instrumentos nas mãos do Pai, e pedir apenas para sermos usados.
“Deus, confie a missão que está em Seu coração a todos nós. Deus, faça de cada membro da Banda Profetas, canal de graça para Curvelo e onde mais que o Senhor desejar. Unja-nos, capacite-nos, faça-nos ser cristãos conforme a Tua vontade. “
Estamos no tempo de assumirmos nossa missão com fé, neste tempo, haverá momentos maravilhosos de vitórias e o mal se sucumbirá com a Luz, pois Deus anuncia um ano de graças!

“Tua Palavra é lâmpada para os meus pés, e luz para o meu caminho.” (Sl 119, 105)
SETEMBRO, MÊS DA BÍBLIA
 Bíblia, a Palavra de Deus
Deus construiu uma aliança com seu povo. Uma aliança que não a desfazemos, pois está fundamentada no amor. Para que não corramos o risco de trair essa aliança, o Pai nos abre à graça de descobrir toda experiência que seu povo passou para pregar e vivenciar a Palavra de Deus, fortificando esse elo, desde Abraão até a formação de comunidades mais modernas.
A aliança não se romperá, pois temos acessíveis a todos nós, palavras inspiradas pelo próprio Deus, portanto, palavras Dele. O que Moisés ou o que Paulo Apóstolo deixou escrito, é a vontade de Deus para a humanidade, a vontade para que todas as gerações lessem esses ensinamentos. Deus não nos deixou um diário, uma revista, um jornal comum; Ele deixou um livro repleto de amor e que nos permite encontrar o caminho da salvação, além de nos instruir para sermos multiplicadores dessa Palavra.
Muitas vezes lemos um livro literário, e comentamos diversas vezes sobre ele para um amigo, para o professor, recomendamos e até sonhamos com a história do livro. Há também aqueles que não possuem hábito de leitura, e ao verem a bíblia, pela quantidade de páginas que ela contém, julga-a como mais um livro grande que exigirá muito tempo para se ler… A Bíblia é muito mais do que um simples livro, é uma porta para o céu. Não precisamos lê-la por inteiro de uma só vez, deguste-a pouco a pouco, conforme seu ritmo de leitura. Há várias sugestões para se ler a Bíblia, uma delas você encontra no site da Banda Profetas. (www.bandaprofetas.com.br/reze.htm)
Nós, da Banda Profetas, procuramos estar mais íntimos de Deus através da Palavra também. Se você ainda não possui o hábito de leitura da Bíblia, comece hoje essa experiência. Você verá que pessoas como você, que possuíam as mesmas preocupações, as mesmas lutas, através da fé e do amor, conseguiram chegar ao Reino dos Céus. “A Palavra de Deus é luz para nosso caminho.”
Felipe Coura
Banda Profetas
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